quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Insónia[-

acordo estupendo, com'vontade de mudar,
mudar o que me resta, mudar o que está mal.
vivo no meio da rua, onde não possui acesso,
não existe escapatória, forma de fuga.
onde vivem amarrados a terra,
todos os iguais, todos aqueles dependentes,
e eu, só eu, encontro-me a voar, voar
entre sonhos crentes e duvidosos. 




vai ser sempre assim, até que tudo vá.
independentemente do destino, quem 
traça o caminho sou EU ! 









terça-feira, 19 de abril de 2011

Respira por onde der, neste mundo de gelo.

Viagem a outro mundo, vivendo a parte a decadência
 que me leva a um lugar longínquo onde o tempo corre mais
 rapido que o vento e assim que dou por mim, (estou)desvanecido.
 Mostro o reflexo de uma mente perdida, estrada do destino que
  me destroi o sentido, respiro por onde der neste mundo de gelo .

domingo, 16 de janeiro de 2011

(in)Feliz


                Pensamento incógnito do que fazer, atitudes que podem fazer girar o terceiro mundo que me possui a mente. O que é feito de tudo aquilo brilhante que se apagou? O que é feito de tudo que sempre sonhei? O que é feito de todo o reconhecimento que depositava a cada dia?; Chegará o dia em que seremos recompensados e abençoados pelo bem ou mal dos nossos actos, tudo  o que é nosso volta, tudo o que oferecemos volta de novo e multiplica.
                Chegou a hora de deitar tudo para trás e pensar que o sonho acabou, que está na hora de decifrar o que a vida me espera. Vou crescer porque a luta continua, a necessidade de mudar está nos meus olhos. Um dia prometo ser feliz.

Amanhã?




Acordo com a ansiedade a meu lado, ansiedade essa que durante o dia é a minha sombra, quer chova, quer não. A crueldade que me consome, sorrisos falsos demonstrados, felicidade que se remove d’um segundo para o outro, a angústia de saber que pode ser o ultimo dia, o receio de não poder agradecer e a incapacidade de não conseguir mudar nada.
Existe uma falta de força que transborda nos olhos e que me possui a cada passo, que não se torna imune com as recordações. A revolta de não poder voltar com o tempo atrás que permitisse fazer viver tudo de novo de uma forma mais fiel de uma forma mais feliz ainda.
A inclinação exclusiva pelo afecto que aumentará durante todos estes anos, as expressões prestáveis que nunca dei ouvidos, quando na face do abismo dou por mim e estou na palma da tua mão e à procura do bom, do melhor caminho em direcção com o rumo da minha felicidade.
A evidência de falta de ascensão devido às extintas recordações, recordações essas obstinadas com o aumentar do tempo. A forma de andar, o sorriso, o olhar, a forma de falar e as reacções que tomaras comigo sabendo que podia estar errado.
Vai chegar o dia em que dois mundos separados pelo infinito vão partir uma barreira que ambos construímos, dessa barreira vão restar os esboços. Tantos anos de luta, labuta demorados para alcançar que me deixam possuídos pela resignação de poder chegar ao fim.
Um dia encontra-mo-nos.
 
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